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Migração para a Cloud – Benefícios e Desafios

O termo cloud serve de termo genérico para designar diversos tipos de serviço, como Software-as-a-Service (Saas), Infrastructure-as-a-Service(IaaS) ou Platform-as-a-Service(PaaS). Este diversos serviços oferecem níveis diferentes de integração e controlo, desde um programa “pronto-a-usar” até máquinas virtuais onde se decide todo o software a usar, desde o sistema operativo até às aplicações.

Qualquer um destes tipos de serviço é facilmente escalável, e oferece um alto grau de disponibilidade, pelo que se tornam a escolha natural ao pensar na migração de aplicações existentes num cenário de necessidade de maior desempenho.

Ao migrar uma aplicação existente para a cloud, pode aproveitar-se para avaliar a arquitectura da mesma e escolher o tipo mais vantajoso para as necessidades, eventualmente alterando-a para tirar partido das capacidades que a cloud oferece.

Claro que nem tudo são rosas, pelo que é necessário antecipar as diferenças de ambiente entre uma instalação local, junto aos restantes componentes do sistema de informação da empresa, e uma instalação remota, com maior latência e com diferentes regras de acesso.

Esta análise deve ser feita a par com a análise de arquitectura da aplicação, para se possa intervir atempadamente na definição de procedimentos e capacidades da mesma, para que se consiga efectivamente tirar partido da escalabilidade e disponibilidade inerentes à cloud. Isto permite também calendarizar potenciais evoluções da aplicação, em que se passará de uma aplicação mais tradicional para uma aplicação assente em micro-serviços ou noutro tipo de arquitecturas distribuídas, que mais vantagens recolhem da cloud.

Pedro_ribeiro